Brasil's Intau vs. Drogo: A Magical Battle Of Fortitude

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Published 3/27/2023
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“Vocs nunca vieram aqui antes?”

“Quer dizer, nem pela cidade?”

“Amenos pra diretas pra presidente, ou pra encher o saco do Lula quando ele era presidente, mas alm daquilo nada.”

Os trs amigos de infncia se dirigiam a um chalet nos montes da Serra Geral, onde estavam hospedados. Atravessaram a linha divisria entre os Estados de Minas Gerais e Esprito Santo. A estrada, que no inicio tinha lajotas novas, agora era toda rachada e com buracos enormes – mas os trs tinham certeza de que nenhum dos carros emprestados pelos pais deles iria acabar se envolvendo em um acidente grave na viagem.

Eles eram Jim, Peter e Ben. Eram ricos, brancos e saudosos dos tempos em que frequentavam a escola juntos; agora, estudavam em universidades diferentes – Peter na Escola Politcnica Federal do Distrito Federal (onde havia se mudado para estudar), Jim na Universidade Federal do Esprito Santo e Ben na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Eles haviam se conhecido nos primeiros anos da faculdade – uma tarde de sbado, numa visita que Jim fizera ao Rio para ver seu primo mais velho, que morava numa das favelas do Complexo do Alemão.

Era domingo e o calor estava insuportvel. Ainda bem que haviam descido do carro para tomar um sorvete numa espcie de barraca improvisada na rua principal da favela. Perto da barraca, um grupo de meninos – uns 5 ou 6 – jogavam bola em um pequeno terreno baldio. Os garotos pararam o jogo ao verem os homens sentados em uma mesa do outro lado da rua cheia de buracos e prensada contra a parede suja da casa mais prxima.

Jim olhou para os outros dois amigos: “Bem, quem seria sinistro demais pra vir at aqui? Quem seria bobo demais pra vir? E quem seria louco demais pra vir?” As trs possibilidades suscitaram risadas dos outros dois. Eles sabiam exatamente qual dos trs teria coragem e qual seria bastante insensato para realizar tal proeza.

Peter foi o primeiro a levantar-se apressadamente: “Pode apostar que sou esse ltimo!”

Ben tambm levantou-se: “Mas voc me venceu em 90% das apostas nas nossas eleies internas! Voc bem que podia me dar uma chance!”

Jim permanecera sentado: “Cara, quando somos pequenos sempre sobrevivemos! Lembra daquele gato assustador que morava na minha rua?”

Peter bufou: “O Felino Maligno? Era um gato normal! Nada maligno nele!”

Jim balanou a cabea: “Naquele tempo voc nunca viu nada assim! Quatro patas enormes e olhos redondinhos com clareira dentro delas! O Felino Maligno tinha umas garrinhas horrveis e filhas pesadas com elas quando voc passava perto dele... Claro que ele era um gato normal! Se tivesse as garrinhas igual as dele hoje em dia voc no sairia por ai com medo de uns aranhas!”

Peter revirou os olhos: “Jamais vou conseguir concordar com essa afirmao sua... Mas vamos ver quanto tempo duraria aqui? Eu tenho medo de aranhas sabia? E tambm tenho medo de cobras! Eu me banhei duas vezes hoje cedo por causa disso!”



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This is a work of fiction, assisted by artificial intelligence. Any names or characters, businesses or places, events or incidents, are fictitious. Any resemblance to actual persons, living or dead, or actual events is purely coincidental.

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